Monday, November 29, 2010

CENSO 2010 BRASIL POBLACION PASA LOS 190 MILLONES

População do Brasil ultrapassa 190 milhões, mostra Censo 2010
Do UOL Notícias ,Em São Paulo
O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou na tarde desta segunda-feira (29) os primeiros dados definitivos coletados pelo Censo 2010. Segundo o instituto, o Brasil contava com uma população de 190.732.694 de pessoas em 1º de agosto, quando começou a pesquisa.
CENSO 2010
40,18%crescimento do Amapá, Estado que mais cresceu
4,98%crescimento do Rio Grande do Sul, Estado que menos cresceu
84,35%percentual de população urbana, que, em 2000, era de 81,25%
199,47%foi o crescimento de Balbinos (SP), o município com a maior expansão
-48,63%foi o decréscimo da população de Maetinga (BA), cidade que mais encolheu
IBGE
Em comparação com o Censo 2000 (último levantamento realizado pelo IBGE), ocorreu um aumento de 20.933.524 pessoas. Esse número demonstra que o crescimento da população brasileira no período foi de 12,3%, inferior ao observado na década anterior (15,6% entre 1991 e 2000).
O Censo 2010 mostra também que a população é mais urbanizada que há 10 anos: em 2000, 81% dos brasileiros viviam em áreas urbanas, agora são 84%. Regiões
Entre as regiões do Brasil, a Sudeste continua sendo a mais populosa, com 80.353.724 pessoas, e Nordeste vem em segundo, com mais de 53 milhões.
"Entre 2000 e 2010, perderam participação as regiões Sudeste (de 42,8% para 42,1%), Nordeste (de 28,2% para 27,8%) e Sul (de 14,8% para 14,4%). Por outro lado, aumentaram seus percentuais de população brasileira as regiões Norte (de 7,6% para 8,3%) e Centro-Oeste (de 6,9% para 7,4%)", diz o IBGE.
Estados
Entre as unidades da federação, São Paulo lidera o ranking com 41.252.160 pessoas. No outro extremo, Roraima é o Estado menos populoso, com 451.227 pessoas.
Em uma década, os maiores percentuais de crescimento foram verificados no Amapá (40,18%), Roraima (39,10%) e Acre (31,44%). Já os menores percentuais ocorreram no Rio Grande do Sul (4,98%), Bahia (7,28%) e Paraná (9,16%).
Municípios
Em relação aos municípios do Brasil, houve mudanças no ranking dos maiores do país. São Paulo continua sendo o mais populoso (com 11.244.369 moradores), seguido de Rio de Janeiro (6.323.037) e Salvador (2.676.606).
Já Brasília pulou de 6º para 4º lugar e Manaus de 9º para 7º. Por outro lado, Belo Horizonte foi de 4º para 6º, Curitiba de 7º para 8º e Recife 8º para 9º.
Homens e mulheres
A população brasileira é composta por 97.342.162 mulheres e 93.390.532 homens. Atualmente existem 95,9 homens para cada 100 mulheres --são 3,9 milhões de mulheres a mais que homens. Em 2000, para cada 100 mulheres, havia 96,9 homens.
Entre os municípios, o que tinha maior percentual de homens era Balbinos (SP); já o que tinha maior percentual de mulheres era Santos (SP).
Os mais velhos
Segundo o Censo 2010, existiam 23.760 brasileiros com mais de 100 anos durante o levantamento. A Bahia é o Estado a contar com mais brasileiros centenários (3.525), seguido de São Paulo (3.146) e Minas Gerais (2.597).
O levantamento
A coleta do Censo 2010 durou cerca de quatro meses, durante os quais trabalharam 230 mil pessoas, sendo 191 mil recenseadores. Segundo o IBGE, foram visitados 67,6 milhões de domicílios nos 5.565 municípios e ao menos um morador forneceu informações sobre todos os moradores de cada residência.
A partir do dia 4 de novembro, o IBGE realizou um trabalho de supervisão e controle de qualidade de todo material coletado.

Thursday, September 9, 2010

O CAPITALISMO VISAO PAPAL

ReligiãoATESTADO PROGRESSISTAEm sua nova encíclica, o papa Bento XVI surpreende ao reconhecer o papel do lucro na produçãoda riqueza e os méritosdo capitalismo globalizadoDesde Leão XIII, autor da encíclica Rerum Novarum, promulgada em 1891, a primeira a tratar do mundo da economia e do trabalho, os papas debruçam-se sobre o tema. Ele entrou na lista de preocupações da Igreja Católica quando as transformações promovidas pela industrialização, entre as quais a criação de uma classe operária que vivia em condições degradantes, começaram a fornecer combustível farto à expansão das ideologias esquerdistas, ateias e anticlericais. Com a derrocada do comunismo, o Vaticano resolveu fustigar o capitalismo, antes alvo apenas periférico de seus documentos. Em meio à crise financeira que abalou os alicerces da economia mundial, Bento XVI fez conhecer na semana passada sua primeira encíclica a respeito do assunto: Caritas in Veritate (A Verdadeira Caridade), com 127 páginas. É a terceira do seu pontificado, iniciado em 2005 – as duas anteriores são Deus Caritas Est, de 2005, em que fala do amor de Deus pelos homens e busca entender as simetrias e assimetrias entre amor carnal e espiritual, e Spe Salvi, de 2007, em que trata do significado da esperança cristã.Caritas in Veritate surpreende porque não demoniza o sistema capitalista. No documento, o papa parte da teologia para abordar aspectos concretos que afetam seu rebanho. Ele diz que, "sem a perspectiva de uma vida eterna, o progresso humano fica privado de respiro". E que um mundo que abdica da religião está condenado a girar em falso, de crise em crise, porque não tem base moral. Mas, pouco afeito ao misticismo, Bento XVI afirma que "a religião precisa sempre ser purificada pela razão". As consequências da falta de Deus no dia a dia, segundo o papa, são a precariedade das condições de trabalho para milhões de pessoas espalhadas pelo planeta, o desemprego galopante, a pobreza e a perda de dignidade. "A sociedade cada vez mais globalizada torna-nos vizinhos, mas não nos faz irmãos", assinala.Ao contrário de seu antecessor, João Paulo II, o atual papa reconhece o papel do lucro como motor da economia e que, nas últimas décadas, milhões de pessoas foram tiradas da pobreza e elevadas aos patamares de bem-estar da classe média. A globalização que não nos faz irmãos é elogiada pelos avanços que trouxe em seu bojo e é vista como um fato incancelável. Bento XVI critica os ecoxiitas e sua visão "neopagã" de que a praga do mundo é o homem e de que o desenvolvimento econômico é nocivo. Ao mesmo tempo, claro, defende o bom uso dos recursos naturais. Elogia as ONGs e seu papel em amenizar o sofrimento de milhões de pessoas. Critica as estruturas burocráticas e dispendiosas das Nações Unidas e propõe que a organização dê mais voz aos países pobres. Engrossa o coro dos que pedem o fim do protecionismo, dos subsídios e subvenções abusivas nos países desenvolvidos.Em todas as passagens, o papa faz questão de afirmar que as sugestões apresentadas pela Igreja teriam consequências positivas para a economia – ou seja, criariam mais riqueza. "A encíclica deixa claro que não há solução, hoje, fora do capitalismo. Durante algum tempo, a Igreja não sabia como lidar com a globalização econômica. Essa encíclica resolve o problema. O desenvolvimento é bom, desde que tenha a humanidade como foco e Deus como fundamento", diz o teólogo Mario de França Miranda, da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, que entre 1992 e 2003 integrou a Comissão Teológica Internacional do Vaticano, então presidida pelo cardeal Joseph Ratzinger – hoje Bento XVI.Financistas e empresários às voltas com custos crescentes e lucros descendentes pensam ainda menos em religião. Mas papas às voltas com uma descrença crescente e número de fiéis descendente passaram a pensar mais em questões econômicas, para além daquelas que afetam os cofres de São Pedro. Como o Vaticano não imprime moeda, não estabelece taxas de juros e não tem capacidade para interferir nos mercados, as opiniões de seu chefe pouco ou nada pesam sobre o que ocorre no universo dos financistas, empresários e trabalhadores que deles dependem. Contudo não deixa de ser bom para o rebanho quando as opiniões de um papa ficam mais próximas da realidade, como demonstra essa terceira encíclica de Bento XVI.

Wednesday, July 14, 2010

AGRICULTORES FAMILIARES

TEMAS SOCIALES: AGRICULTORES FAMILIARES
Los agricultores familiares del Programa de Adquisición de Alimentos (PAA), del Ministerio del Desarrollo Social y Combate al Hambre de Brasil (MDS), tienen motivos para celebrar.A partir de octubre, ellos van a recibir ese recurso con reajuste, que puede llegar hasta 157%. Los nuevos valores, que antes variaban de 3,5 a 7 mil reales, quedaran entre 4,5 y 9 mil reales. El reajuste va a beneficiar 118 mil agricultores de todo el País. Ellos producen 27,6 mil toneladas de alimentos por mes, que son distribuidas a 24.389 entidades de asistencia social de 2.378 municipios.El Secretario Nacional de Seguridad Alimentaria y Nutricional del MDS, Crispin Moreira, destaca la importancia del aumento. “La medida va perfeccionar las acciones del programa, sobretodo garantizando trabajo y renta a los agricultores familiares que abastecen las familias consumidores en las ciudades.”El reajuste salió por medio del Decreto 6.695, firmado por el Presidente Luiz Inacio Lula da Silva y publicado en el la Gaceta Oficial de la Unión el pasado día 16. El documento fija en 4,5 mil reales el valor máximo que el agricultor familiar puede recibir por año vendiendo para las modalidades compra con adopción simultánea y compra directa local. Antes eran 3,5 mil reales, mismo valor pago por semestre para el productor de leche, que recibirá ahora 4 mil reales. La modalidad compra directa para distribución de alimentos o formación de de stock publico subió para hasta 8 mil reales por año y para alimentación escolar paso a 9 mil reales.Para garantizar el pagamento, el MDS recibió crédito suplantar de 127 millones de reales y aguarda aprobación de proyecto de ley en el valor de 23 millones de reales. El presupuesto del programa para 2009 es de 732 millones de reales, de los cuales 599 millones de reales son del MDS y 133 millones de reales del Ministerio del Desarrollo Agrario (MDA).

BANCO DE ALIMENTOS

TEMAS SOCIALES: BANCO DE ALIMENTOS
Las entidades que recaudan alimentos y distribuyen para quien necesita cuentan con un importante Programa del Gobierno de Brasil: el Banco de Alimentos, una acción integrada al Hambre Cero.
El Banco de Alimentos es una iniciativa de abastecimiento y seguridad alimentar del Ministerio de Desarrollo Social y Combate al Hambre en unión con Municipios de más de 1000.000 habitantes. Su objetivo es recaudar alimentos, provenientes de donaciones, por medio de la articulación con el sector alimenticio ( industrias, automercados, minoristas, ferias, centrales de abastecimiento y otros).
En cada uno de los Bancos los productos son recibidos, seleccionados, separados en porciones, elaborados o no, empaquetados y distribuidos gratuitamente a las entidades asistenciales, como una forma de complementación a las refecciones diarias de la población asistida. En contraposición, las entidades atendidas por los Bancos de Alimentos participan de actividades de capacitación en educación de alimentos para que el conocimiento sea retransmitido a la comunidad.
El Ministerio de Desarrollo Social y Combate al Hambre apoya proyectos de implantación o modernización de Bancos de Alimentos por medio de ayuda financiera a proyectos de construcción, reforma y adaptación de instalaciones prediales, adquisición de equipos, materiales permanentes y materiales de consumo nuevos. Los estados, municipios y el Distrito Federal, interesados deben participar por medio de inscripción en el Edictal de Selección Pública, en atención a los criterios técnicos presentados y elaboración de proyecto, según el Manual Implantación del Programa.
Actualmente son 104 entidades de Bancos de Alimentos localizadas en 102 municipios de 19 Estados, siendo 62 unidades ya en funcionamiento, totalizando más de R$ 26 millones transferidos desde 2003. Otras 42 ya recibieron recursos y están en la etapa de construcción / implantación. En 2008, las unidades en funcionamiento distribuyeron aproximadamente 20 mil toneladas de alimentos , beneficiando cerca de 2.700 entidades asistenciales.

Tuesday, January 26, 2010

DILMA ROUSSEF E CHAVEZ

Candidata de Lula a la presidencia de Brasil evita criticar a Chávez

La jefa de Gabinete brasileña y precandidata presidencial por el gobernante Partido de los Trabajadores (PT), Dilma Rousseff, evitó criticar el lunes las recientes medidas de nacionalización del Gobierno de Venezuela y alertó sobre las recientes elecciones en Chile.
Al mismo tiempo, trató de disociar al Gobierno del presidente Luiz Inácio Lula da Silva de la administración de su par venezolano, Hugo Chávez.
No hay semejanza entre el Gobierno de Lula y el del presidente Chávez. (…) Venezuela es un país simple, que tiene al petróleo como (responsable por) el 40 por ciento de la economía”, dijo Rousseff en entrevista a Radio Tupi de Río de Janeiro.
“Ellos (los venezolanos) tienen sus características y propuestas que no coinciden con las nuestras en varios aspectos. Los problemas de Venezuela no tienen semejanza con los nuestros”, remarcó.
La jefa de Gabinete brasileña también dijo que el regreso de la derecha al poder en Chile provoca una reflexión con relación a la disputa presidencial que tendrá lugar en Brasil en octubre de este año.
“La elección en Chile puede colocar alguna preocupación en Brasil sobre la importancia de una unión entre la centroizquierda. Allá, ellos fueron desunidos”, comentó cuando le preguntaron si temía que la popularidad de Lula no fuera transferida en votos para ella.
En Chile, la popularidad de la presidenta Michelle Bachelet no fue transferida en votos al candidato de su coalición, el ex mandatario Eduardo Frei, que fue derrotado por el empresario Sebastián Piñera en la segunda vuelta el 17 de enero, marcando el regreso de la derecha al poder en ese país tras 20 años.
Rousseff podría enfrentar en las elecciones de octubre al diputado Ciro Gomes, que también representa a un partido de izquierda.
El gobernador del estado de Sao Paulo y político de oposición, José Serra, lidera los sondeos de intención de voto.
Vía